Você não está contratando um funcionário.
Você está encontrando um sócio construtor de marca.
Sem fábrica. Sem distribuição. Sem budget. O papel aqui não é operar mídia — é criar desejo, cultura e significado.
Build the Brand.
Um conceito de landing escura, estilizada e cinematográfica, com entrada por blocos conforme a pessoa desce a página. A proposta é parecer campanha cultural + filtro de talento, e não uma página comum de RH.
Você está encontrando um sócio construtor de marca.
Sem fábrica. Sem distribuição. Sem budget. O papel aqui não é operar mídia — é criar desejo, cultura e significado.
O recrutamento vira um filtro público.
A página apresenta o desafio, estabelece a régua e deixa claro que a avaliação é sobre pensamento, execução e leitura de contexto — não sobre currículo bonito.
Opcional: publicar algo ao vivo.
A call to action pode levar para um formulário externo, formulário próprio ou Typeform. O importante é manter a sensação de seletividade e clareza.
Marca antes de contratação.
O visual comunica padrão, coragem e senso de marca antes da pessoa terminar a leitura. Isso transforma a página em parte ativa da campanha.
Em vez de explicar demais, o layout usa frases curtas, espaço negativo, contraste alto e ritmo de leitura. A sensação precisa ser de algo seleto, ambicioso e ainda em formação.
Aqui dá para encaixar um botão para abrir o briefing, um vídeo curto, ou um bloco resumido com as regras do desafio e os critérios de avaliação.
Não. A narrativa deixa claro que é uma posição de parceiro de construção, com alta autonomia e responsabilidade.
Porque o visual já funciona como filtro. Ele comunica padrão, coragem e identidade antes mesmo da aplicação.
Triagem, shortlist, aprofundamento e call. Isso pode aparecer no final da página para dar segurança sem matar a tensão.